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Bombas Penianas e Clitorianas
Técnicas utilizadas para o aumento do tamanho do pênis, também
utilizada para evitar a ejaculação precoce e a impotência
conseqüentemente gerando um aumento da performance masculina.
A utilização do vácuo não é novidade. Os primeiros registros do seu
uso já tem quase cem anos. Inicialmente, a sua indicação era para
casos de impotência, pela observação que desencadeava congestão
vascular, deste modo melhorando a capacidade de desempenho sexual.
Otto Ledever era um brilhante e ambicioso engenheiro austríaco. Por
sua capacidade desenvolveu um verdadeiro império econômico. Ele
tinha um passatempo que lhe ocupava os fins de tarde, a funilaria.
Reporte-se a
1913, um ano antes da 1ª guerra mundial. A turbulência daqueles dias
pré guerra não lhe preocupava. Otto era um homem sensual, com
fantasias e fetiches constantes. Se interessava por métodos que lhe
pudessem dar maior
sensação, prazer e um membro maior. Da conjunção do seu passatempo
de funileiro com as suas ambições sexuais, desenvolveu um sistema de
vácuo, que foi patenteado em 1917.
Apesar de ser um modelo bastante simples, o princípio de
funcionamento de todos os tipos de aparelhos de vácuo que hoje
dispomos é o mesmo. Entre todos os sistemas de tração do pênis, o
vácuo ainda é o mais utilizado. O seu uso foi difundido a partir de
pesquisas efetuadas na Inglaterra pelo Dr. Robert Chartham em 1975.
Na época ele desenvolveu um tubo plástico ao qual acoplava através
de uma mangueirinha a uma bomba de vácuo manual, semelhante às
bombas dos aparelhos de medir a pressão. Na realidade a diferença
com o dispositivo desenvolvido por Otto Lederve era a que o deste, o
tubo que consiste na câmara de pressão era feito em folha metálica.
O pênis era colocado dentro deste tubo plástico e criava-se uma
pressão negativa pelo acionamento da bomba de pressão que ia sugando
o membro e o distendendo.
Esta distensão atuaria no pênis da mesma maneira como um lutador de
caratê vai alongando as suas articulações.
A partir de experiências em voluntários, o Dr. Chartham desenvolveu
um método que compreendia, segundo ele, quatro partes. Pela sua
importância histórica e pelo pioneirismo apresentaremos a seguir as
ponderações do Dr. Chartham sobre o seu método.
Exercícios: os exercícios servem para fortalecer e desenvolver os
músculos do períneo, assim como também os outros músculos que atuam
na ereção do pênis e na sua manutenção. São, por exemplo, os
músculos do abdome, das coxas e das nádegas. Compressas quentes:
elas servem para aquecer o pênis, causando a dilatação dos vasos
sangüíneos, permitindo temporariamente um aumento de
volume de sangue contido no pênis.
Massagem: ela também ajuda na vascularização (aumento do volume de
sangue) do pênis. A diferença é que as massagens provocam um aumento
permanente da vascularização.
O Extensor: este extensor é um aparelho de sucção. A função dele
também é a de aumentar a vascularização, só que desta vez reduzir a
pressão de ar sobre o corpo do pênis.
Para que o método dê resultado, é necessário que se obedeça a certas
regras. Durante as três primeiras semanas, você vai precisar se
dedicar pelo menos uma hora por dia e depois disso deve aumentar
para uma hora e meia, sendo que o tratamento não pode ser
interrompido. Está claro que nos primeiros dias você não notará
nenhuma diferença, pois estas só costumam ser notadas por volta da
quarta semana. O tratamento todo leva doze semanas.
Deve ficar claro que este método não deve ser utilizado por pessoas
que no momento estejam sofrendo de doenças genitais ou possuam algum
problema congênito. Esses devem consultar um médico. Alerta-se
também que
você deverá estar em boa forma física, pois do contrário não
conseguirá acompanhar o método. A água das compressas não deverá
estar mais quente do que a temperatura normal de um banho. A
massagem também é extenuante e
portanto não vá tentar diminuir o tempo do tratamento, pois poderá
ter problemas. Principalmente o extensor não deve ser adaptado a
nenhuma bomba de vácuo possante.
Os exercícios
1º) O primeiro exercício consiste em contrair repetidamente os
músculos que circundam a raiz do pênis e a bexiga. A maneira de se
fazer isso é "espremer" o pênis do mesmo jeito que você costuma
fazer quando acaba de urinar, ou quando deseja (ou precisa) conter
repentinamente a urina. Aumentar a força destes músculos significa:
- Músculos mais fortes, que ajudam a conter a saída do sangue de
dentro do pênis durante a ereção.
- O ato de "espremer" dará ao pênis força para se manter com a
glande apontando para cima.
- As contrações internas serão mais poderosas, o que aumentará o
poder do orgasmo.
- O desenvolvimento dos músculos está intimamente ligado ao aumento
da vascularização. Você poderá alcançar uma ereção mais rapidamente.
2º) Procure informações num clube ou numa academia de ginástica
sobre exercícios para fortalecer os músculos das coxas, das nádegas
e do abdômen. Pratique-os diariamente, de acordo com a sua
capacidade física.
Compressas quentes
A água deve estar na temperatura normal de uma ducha quente.
Mergulhe uma toalha de mão na água e enrole-a em volta do pênis.
Quando esfriar repita a aplicação.
Massagens
É sempre bom usar um creme lubrificante para evitar irritações. Não
use pastas mentoladas. Enquanto o pênis ainda estiver aquecido por
causa das compressas, você deve "ordenhá-lo" como um fazendeiro faz
com as tetas
da vaca, usando as duas mãos alternadamente. Você deve estar bem
sentado para fazer as massagens.
Depois, segure o pênis com qualquer uma das mãos exatamente da
maneira contrária àquela com que você se masturba: o polegar deve
encostar na bolsa escrotal. Force o pênis cuidadosamente para longe
e para perto do
corpo. Isto permitirá maior vascularização na ponta do pênis. Agora,
alternando as mãos, proceda como se você estivesse se masturbando
apenas na direção inversa à da barriga ( puxe para fora ).
A massagem deve começar durando dois minutos por dia, até chegar
progressivamente aos dez minutos na segunda semana. A partir da
terceira semana, aumente para quinze minutos e permaneça assim até o
final do tratamento. Você deve apertar também gradativamente o pênis
com mais força à medida que passar o tempo. No começo você terá
ereções involuntárias, mas logo o seu pênis se acostumará com a
massagem.
O extensor
O extensor é um tubo de plástico com uma extremidade ligada por uma
mangueirinha a uma bombinha de vácuo manual semelhante às bombas dos
aparelhos de medir a pressão. Na outra extremidade você adapta uma
peça de borracha que contém um orifício onde o pênis deve ser
introduzido. A medida que você bombeia, o vácuo que se forma suga o
seu pênis, aumentando o seu tamanho. Com o tempo, esta
vascularização excessiva causa um certo afastamento do tecido
muscular e os espaços vagos são preenchidos com sangue.
Os resultados apresentados em sessenta e quatro voluntários pelo Dr.
Chartham com os seus comentários foram os seguintes:
Pênis com aumento perceptível 87, 5%
Aumento do comprimento médio do pênis 16, 9%
Aumento do diâmetro médio do pênis 15, 88%
Menor aumento do comprimento 2, 6 cm
Maior aumento do comprimento 3, 8 cm
Menor diâmetro alcançado 1, 4 cm
Maior diâmetro alcançado 3, 1 cm
"Todos os participantes tiveram um aumento considerável de seu
pênis. É claro que as características de cada pessoa determinam os
resultados obtidos. A tabela mostra melhor as diferenças que podem
haver entre as fases do método, mas, de qualquer forma, você
realmente aumentará o
tamanho do seu pênis. Este método é simples, mas deve ser seguido à
risca, e se você tiver a possibilidade de obter supervisão médica,
melhor para você e para o seu pênis". As exigências destas
observações, na época, não foram as necessárias , com um rigor
científico, para que pudesse emitir decisões definitivas e
incontestáveis. Hoje, dispomos de aparelhos que ainda são acionados
pela bomba de pressão, mas também, temos aparelhos no qual o vácuo
se desenvolve por motores elétricos, e até, alguns, com controle
eletrônico da pressão a ser desenvolvida.
Técnicas utilizadas para o aumento da sensibilidade do clitóris e a
impotênica feminina, conseqüentemente gerando um aumento da
quantidade e intensidade do orgasmo.
Pesquisas revelam que seis em cada dez brasileiras são infelizes na
cama, enquanto entre os homens essa proporção cai de três para dez.
Esta constatação, no entanto, não é proporcional ao desenvolvimento
de estudos para chegar a medicamentos que possam auxiliar a mulher
na busca do
prazer.
Duas novidades, no entanto, desenvolvidas por pesquisadores
norte-americanos, dão esperança às mulheres que não conseguem ter
orgasmo. Depois do Viagra, a pílula contra a impotência masculina,
agora é a nossa vez de testar as descobertas para o sexo feminino.
A primeira é uma versão em creme do Viagra, desenvolvida por
estudiosos da Universidade de Nova York. A outra é EROS, uma bomba a
vácuo, eletrônica, o primeiro dispositivo para a mulher com
disfunção sexual, que acaba de ser aprovado nos Estados Unidos.
Bomba
Semelhante à um aparelho que já existe há várias décadas para os
homens, a bomba Eros acaba de ser aprovada pela Food and Drug
Administration (FDA), o órgão que fiscaliza alimentos e remédios nos
Estados Unidos. Trata-se do primeiro dispositivo para mulheres com
disfunção sexual. É uma bomba a vácuo, eletrônica, com uma espécie
de
dedal na ponta que, acoplado ao clitóris, facilita a irrigação
sangüínea do órgão.
Enquanto no homem o aporte de sangue em direção ao pênis provoca
ereção, na mulher causa o intumescimento do clitóris e a
lubrificação da vagina. Experiências feitas com a bomba em 15
mulheres, revelaram que todas ficaram excitadas. Entre as que
apresentavam disfunção hormonal,
100% apresentaram aumento de sensibilidade, 80% do aumento do prazer
e 73% no aumento da lubrificação vaginal.
A Eros é ainda um alento para quem está próximo da menopausa ou já
passou por esta fase (quando pára a produção de hormônios e reduz o
interesse sexual) ou com doenças características da terceira
idade, como diabetes. |
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